50.000 livros. 50.000 crianças. Um exemplar único para cada uma.

Empresa: Forma Certa Data: Agosto 20, 2026 Mercado: Impressão digital Tamanho da empresa: 11-20 Produtos: Switch

Como a Forma Certa usa o Switch para executar impressão personalizada em escala

A Forma Certa imprime para transformar. Três irmãos em São Paulo fundaram a empresa há 25 anos, e essa ideia ainda define sua direção: impressão que fica cada vez mais personalizada e mais sob demanda a cada ano, reduzindo inventário, diversificando conteúdo e fazendo isso de forma sustentável.

Não acreditamos no fim da impressão, o que acreditamos é em impressão que continua ficando cada vez mais personalizada e mais sob demanda

Fabrício Lemos, Forma Certa

De chapas para personalização

A Forma Certa começou como uma empresa de pré-impressão fazendo layout e fotolito. Por volta de 2010, havia se tornado uma das maiores de São Paulo, operando quatro equipamentos CTP e gerando imagens mais de mais de 24.000 chapas em uma ampla variedade de trabalhos.

Então, em 2012, a empresa mudou de rumo. Lemos e seus irmãos continuavam ouvindo os mesmos problemas dos clientes: muito inventário, personalização insuficiente. A impressão digital respondeu ambas as questões. Essa decisão levou a uma parceria com a HP que agora se estende por todo o Brasil e América Latina.

A impressão digital trouxe consigo um perfil de produção diferente. No ano passado, a Forma Certa processou mais de 37.000 pedidos de trabalho, muitos deles B2B, e muitos chegando offline em vez de através de uma loja online.

Para uma gráfica convencional, esse volume pode ser gerenciável, pois você tem um pequeno número de trabalhos com longas tiragens, na Forma Certa o processo funciona de maneira oposta. O volume se divide entre um número enorme de trabalhos.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Cada um desses trabalhos ainda precisa ter seus arquivos preparados.

O projeto que tornou a automação inegociável

Há seis anos, um cliente apresentou-nos um desafio que a Forma Certa achou interessante. Queriam 50.000 livros de capa dura, cada um completamente diferente, um para cada criança. Trinta dias para produzi-los, e depois a entrega em escolas em outro estado.

A Forma Certa executou toda a cadeia: recebendo cada arquivo, preparando-o, imprimindo-o, finalizando o livro e enviando-o. Um mês, do início ao fim.

Não teríamos conseguido sem um processo que trouxesse a automação para escalar em tempo recorde. Trabalhar na etapa que precedeu a impressão foi o fator decisivo para ampliar a escala.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Os livros foram enviados no prazo. Desde então, os projetos cresceram, chegando a 200.000 e 300.000 cópias personalizadas uma a uma, além de provas e outros trabalhos personalizados de pequenas tiragens.

Onde o verdadeiro desafio está

Para a Forma Certa, a parte difícil é a variabilidade e não o volume.

Quando trabalhamos com dados variáveis, esse é o cerne da questão: você tem que integrar APIs, manter a taxa de transferência elevada e construir novos fluxos em diferentes pontos dependendo do trabalho.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Fábio Gabriel está há 10 anos na Forma Certa e dedica-se à impressão digital. Ele já perdeu a conta de quanto construiu no Switch.

Hoje não consigo medir quantos fluxos do Switch eu tenho. Alguns deles são executados regularmente, para produtos que chegam todo mês. Mas sempre preciso construir outro quando um novo projeto inicia.

Fábio Gabriel, Forma Certa

Esse é o ponto. Um novo briefing de cliente se torna mais um fluxo do Switch, construído pela própria equipe de Gabriel, sem esperar por desenvolvimento externo.

Nossa missão é resolver o problema do cliente no final da linha, e para isso você precisa de uma estrutura que dê flexibilidade. O Switch veio para apoiar esse crescimento.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Automação que devolve a inteligência

Pergunte a Lemos o que a automação trouxe e ele evita a resposta comum sobre quantidade de funcionários.

Todo mundo diz que automação significa que você não precisa contratar pessoas. Aqui não pensamos dessa forma. Para nós, o ganho está em eliminar o trabalho repetitivo. Quem gosta de pressionar o mesmo botão todos os dias? Ninguém.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Assim, o trabalho rotineiro de arquivos agora acontece automaticamente. Criando uma margem de sangria. Corrigindo uma marca de corte. Verificando texto. Verificando um formato.

Seus operadores de pré-impressão dedicam seu tempo ao trabalho que a automação não consegue realizar. Gabriel dá um exemplo prático: adicionar uma marca especial a um produto personalizado para que quem o finalize possa embalá-lo corretamente e identificar para onde ele vai. Pequenas decisões que precisam de alguém que entenda o trabalho.

Aplico meu valor humano em algo que a automação não faz. Esse é o verdadeiro insight. Eu elimino o que é repetitivo e foco no que realmente agrega valor.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Para quem ainda está em dúvida, o conselho dele é fazer as contas.

Coloque os ganhos no papel, juntamente com o tempo que fica livre. A automação reduz o tempo perdido com tarefas mais simples, para que seu tempo e intelecto sejam direcionados ao que realmente agrega valor, seja na produção, no trabalho criativo ou na administração.

Fabrício Lemos, Forma Certa

Cresça sem aumentar a equipe de pré-impressão

O crescimento da Forma Certa e o número de funcionários na pré-impressão deixaram de crescer juntos anos atrás. Os fluxos do Switch cuidam do trabalho repetitivo com arquivos. A equipe fica responsável pelo trabalho intelectual.

Se o seu mix de trabalhos está ficando cada vez menor, mais variado e mais personalizado, você já sabe onde a pressão aparece primeiro.

Veja o que o Switch pode automatizar na sua pré-impressão. Agende uma demonstração no final desta página.